Yasunary Kawabata (2010), A Beleza e a Tristeza, Alfragide: Dom Quixote, p.150.
sexta-feira, dezembro 31, 2010
Avulsos #17 [última leitura de 2010]
Assim não fazia qualquer ideia do rosto e forma do seu bebé, era apenas uma visão no coração. Sabia muito bem que a criança do seu Ascensão de um Recém-Nascido não se iria parecer com o seu bebé morto, e não sentia qualquer vontade de pintar um retrato realista. O que queria era exprimir a sua sensação de perda, a sua dor e afecto por alguém que nunca vira. Acarinhara esse desejo durante tanto tempo, que a imagem do filho morto se tornara para ela num símbolo de anseio. Pensava nele sempre que se sentia triste. O quadro também serviria para se simbolizar e à sua sobrevivência durante todos aqueles anos; bem como à beleza e à tristeza do seu amor por Oki.
quinta-feira, dezembro 30, 2010
Wishlist #6
Se 2010 foi, em vários aspetos, um ano lixado, de 2011 espera-se que seja polidinho.
quarta-feira, dezembro 29, 2010
Diário #20 [is that all there is?]
E então há um desejo que se expressa, um pedido que se anuncia, e nesse mesmo momento se percebe ser a última vez que se diz a sua importância para nós. Nesse mesmo momento se percebe a desesperança da sua concretização.
And there are no letters in the mailbox,
And there are no grapes upon the vine,
And there are no chocolates in the boxes anymore,
And there are no diamonds in the mine.
Marcadores:
Diamonds in the Mine,
diário,
dream on girl,
I'll take you to see the sunrise and try to catch your ghost,
is that all there is,
Leonard Cohen,
música,
Peggy Lee,
vídeo
Avulsos #16 [want to buy some illusions]
I'd sell them all for a penny. E 2011 será mais limpo e talvez também (e por consequência) mais pobre.
terça-feira, dezembro 28, 2010
Avulsos #14 [it may be a week and it may be a month or two]
(Se os avulsos fossem avisos.)
[Quem também canta isto muito bem é a nossa Jacinta.]
Avulsos #12
E então uma pessoa percebe que menos do que merece não é, de todo, aceitável.
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Diário #17 [piece of my heart]
Que eu seja Deus, ainda é algo por provar. Portanto, o perdão é coisa que fica para depois, se. Enquanto isso, o coração é coisa que vai em pedaços, com cada pequena ou maior mágoa: distrações, reações desproporcionadas e outros tantos sem quereres (que não ser por mal não é o mesmo que ser por bem). Enquanto houver coração. Esgotando-se este, nem o perdão nem a condenação: nada (visto que a um coração se deve fazer como se faz a um passarinho).
Diário #16 [porque nem todos os dias são dias de usar saltos altos]
Certo: os dias até podem ser todos especiais, e nós também somos todos muito especiais. Mas a verdade é que não andamos todos feitos malucos a celebrar o tão especial que cada dia é, e o tão especiais que todos somos todos os dias, até porque não haveria energia bastante para o fazermos. Por isso, as convenções do calendário, os rituais, os objetos que decidimos usar são importantes, sim: escolho este dia, ofereço-te este anel que uso para dizer o quanto me importas. E embora tal não signifique que nos outros dias não, que de outra maneira não, os atos de celebração simbolizam e reforçam. Ajudam a lembrar que não se está by myself. E é capaz de ser bonito viver isso pelo menos uma vez. O resto é medo de nos comprometermos por uma palavra ou por um ato.
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Avulsos #11 [i'm everyday people]
Quando começas a ser demasiado rápido a encontrar o mesmo defeito em vários outros, talvez seja tempo de parares e avaliares a qualidade do teu juízo.
terça-feira, dezembro 21, 2010
sexta-feira, dezembro 17, 2010
quinta-feira, dezembro 16, 2010
Diário #14 [he told me he couldn't because]
Nunca tive uma Barbie. Era muito cara, dizia a minha mãe, e tinha razão. Com aqueles dois contos punha-se muita comida na mesa.
Digerida a frustração infantil, parece-me que foi mais o que aprendi do que o perdi: a life in plastic (it's fantastic) é coisa que se reserva aos outros.
Digerida a frustração infantil, parece-me que foi mais o que aprendi do que o perdi: a life in plastic (it's fantastic) é coisa que se reserva aos outros.
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Aviso à navegação #3 [destorce, destorce]
Este blogue está sujeito a edição contínua.
Aviso à navegação #2 [que é como quem diz]
Estou aqui para me entreter a mim. Não estou aqui para te entreter a ti.
Aviso à navegação #1 [reto, reto, reto]
Este blogue não tem um fundo que facilite a leitura e está cheio de referências muito provalmente inteligíveis apenas a quem o escreve e que chega a confundir-se entre eu e tu. E assim vai continuar.
Diário #12 [be careful, it's my heart]
Não estou a tomar venlafaxina e alprazolam. Mas já estive. Por isso, sei exatamente do que estou a falar. Poderiam ter sido desnecessários se o fito de se mostrar porreiro ('pá) não se sobrepusesse ao resto. Aliás, há que confiar no rasto das lágrimas e, por vezes, ser-se porreiro corresponde à negação de se se mostrar porreiro ('pá).
Logo: não esperes que dance se há uma autópsia a decorrer. E: o que deixas cair só se quebra uma vez.
Logo: não esperes que dance se há uma autópsia a decorrer. E: o que deixas cair só se quebra uma vez.
terça-feira, dezembro 14, 2010
Diário #11 [it's got to be a chocolate jesus]
Se me pusesse a escrever o que me ocorre sobre o Natal, o resultado era capaz de não sair bonito, embora provavelmente saisse comovedor. *
* E, no entanto, oferecermos-nos é uma coisa muito bonita. E, por vezes, a oferta de um bem material é o veículo de uma oferta genuína. E, no entanto.
segunda-feira, dezembro 13, 2010
domingo, dezembro 12, 2010
Diário #10 [resolução de ano novo]
29 foi o ano de «One Art» de Elizabeth Bishop. O ano da perda: das casas; do que foi dado e tirado, e é irrecuperável; dos anéis que se foram sem que alguma vez tenham chegado. Que 30 seja o ano do repovoamento, do que me pertence, dos dedos que agarram.
Diário #9 [it don't mean a thing]
Longe de ser fã da Lady Gaga, estava, no entanto, disposta a ler a crítica à sua atuação no Pavilhão Atlântico. Deixei de estar no momento em que me apercebi da caracterização etária do público, que presumo feita a olho: «a [faixa etária] que vai dos vinte aos trinta e cinco, a menos representada (pelo menos no balcão, que foi a zona a que tivemos acesso)».
Ora, estando eu a cinco dias de fazer trinta anos, lembro-me de que ainda há uns dois meses um desconhecido teimou durante um bom (na verdade, um mau) bocado em que eu não deveria ter mais de dezoito.
Ficamos, então, entendidos.
Ora, estando eu a cinco dias de fazer trinta anos, lembro-me de que ainda há uns dois meses um desconhecido teimou durante um bom (na verdade, um mau) bocado em que eu não deveria ter mais de dezoito.
Ficamos, então, entendidos.
sábado, dezembro 11, 2010
Diário #8 [espero que esteja a ser tão bom para ti como para mim]
Boa parte do gozo que este blogue me dá vem da escolha dos marcadores (aka tags).
Avulsos #5 [kill them now or later?]
A palavra é comoção.
Por todos os que desdenham do outro quando o outro é todo ele oferta pura, em prol da necessidade reclamada de ficarem a, digamos, brincar com a pilinha, e depois se surpreendem quando o outro não se apressa a responder a um chamado deles.
O estado de espírito é irónico.
Por todos os que desdenham do outro quando o outro é todo ele oferta pura, em prol da necessidade reclamada de ficarem a, digamos, brincar com a pilinha, e depois se surpreendem quando o outro não se apressa a responder a um chamado deles.
O estado de espírito é irónico.
sexta-feira, dezembro 10, 2010
Diário #7 [isn't that what love's supposed to do?]
A venlafaxina e o alprazolam podem ser duas coisas completamente desnecessárias tornadas necessárias apenas porque ver o outro tombar e acompanhá-lo no tombo não é para qualquer um, e, vendo bem, talvez tragam um considerável alívio àquele qualquer um que, por o outro ter encontrado a sua bengala, passa a sentir-se desobrigado de se esforçar para ser maior.
Diário #6 [make it go away or make it better]
A venlafaxina e o alprazolam podem ser duas coisas porreiras. A sério. Podem funcionar como uma espécie de travão quando já não se consegue fazer outra coisa para além de tombar. Quando não há à volta quem ou o que vos ampare. E é justamente aqui que reside o busílis.
Diário #5 [give a little, get a little]
Descurar o próximo, grosso modo, não é boa ideia. É ténue e traiçoeira a linha que separa a cumplicidade subentendida e contínua do desleixo, do baixar os braços, que cansada já eu estou, e tu já sabes que eu gosto muito te ti, mas agora tenho mais que fazer para além de te agradar.
Repara: se te esforças, mesmo à minha frente, para agradar a outros que não estendem nem apanham a tua roupa, para os manter, pelo menos, num plano mínimo de cordialidade, se não mesmo de afetividade, se te esforças e te cansas para ires de encontro ao que eles esperam, porque hei de eu merecer menos?
É justamente por dares como assente que o outro, seja como for, já está fartinho de saber que gostas muito dele que, um dia, ele deixará de o saber.
Repara: se te esforças, mesmo à minha frente, para agradar a outros que não estendem nem apanham a tua roupa, para os manter, pelo menos, num plano mínimo de cordialidade, se não mesmo de afetividade, se te esforças e te cansas para ires de encontro ao que eles esperam, porque hei de eu merecer menos?
É justamente por dares como assente que o outro, seja como for, já está fartinho de saber que gostas muito dele que, um dia, ele deixará de o saber.
Avulsos #4 [nada de trágico]
«O pior que lhe poderia acontecer por ser uma artista é que isso a tornaria ligeiramente infeliz de modo permanente. Isto não é, no entanto, nada de trágico, a meu ver.»
J. D. Salinger (2005), Nove Contos, Lisboa: Difel, p. 155. Trad. de José Lima.
J. D. Salinger (2005), Nove Contos, Lisboa: Difel, p. 155. Trad. de José Lima.
Wishlist #1 [como se faz a um passarinho]
«Eu, sentado entre os dois à mesa da cozinha, ouvindo um e outro. Ouvia, ouvia, ouvia, com a cabeça entre as mãos -- até que finalmente, não podendo aguentar mais, enfiava a mão pela garganta abaixo de Madame Yoshoto (sic), agarrava o coração dela e aquecia-o como se faz a um passarinho.»
J. D. Salinger (2005), Nove Contos, Lisboa: Difel, p. 151. Trad. de José Lima.
J. D. Salinger (2005), Nove Contos, Lisboa: Difel, p. 151. Trad. de José Lima.
quinta-feira, dezembro 09, 2010
Diário #4 [and who keeps on loving you?]
Não sou muito dada a pedidos de desculpa, talvez porque seja ainda menos dada a perdoar. A história de se poder asnear à vontade para depois se ser desculpado e novamente voltar a asnear (porque as pessoas tendem a reincidir) parece-me demasiado bonitinha, demasiado pescadinha de rabo na boca, para funcionar. Pelo menos, comigo não funciona. Isto é: ou a asneira foi coisa de somenos importância e nem vale a pena falar no assunto, que disparates todos cometemos de quando em quando, ou não foi coisa de somenos importância: deu para desgastar, importunar, magoar ou mesmo ofender. Num caso deste tipo, já basta a asneira, não me faças perder tempo e energia a atender pedidos de desculpa que mais não visam do que o alívio da própria consciência. Pois. Se a asneira me afetou, então, que pelo menos a consciência te pese.
Agora, de entre os imperdoáveis, há uns mais imperdoáveis do que outros. Cria-se uma espécie de conta-corrente. Há um limite, que só se conhece quando atingido, a partir do qual já não se pode somar mais imperdoáveis, que já não há paciência e boa vontade que resistam. Mas também pode haver elementos de relativização. De uma pessoa, não há-de sair só asneira e uns atos podem equilibrar outros. Portanto, o que há é relativização e não absolvição e ide lá em paz.
Portanto, se me deixas ao frio, não venhas logo depois pedir que te acalente. É que eu até seria pessoa para o fazer, mas de modo que haverias de preferir que eu não o tivesse feito. Como se disse em postagem abaixo: que eu seja Deus, ainda é algo por provar.
Agora, de entre os imperdoáveis, há uns mais imperdoáveis do que outros. Cria-se uma espécie de conta-corrente. Há um limite, que só se conhece quando atingido, a partir do qual já não se pode somar mais imperdoáveis, que já não há paciência e boa vontade que resistam. Mas também pode haver elementos de relativização. De uma pessoa, não há-de sair só asneira e uns atos podem equilibrar outros. Portanto, o que há é relativização e não absolvição e ide lá em paz.
Portanto, se me deixas ao frio, não venhas logo depois pedir que te acalente. É que eu até seria pessoa para o fazer, mas de modo que haverias de preferir que eu não o tivesse feito. Como se disse em postagem abaixo: que eu seja Deus, ainda é algo por provar.
Diário #3 [blame it on my youth]
Se o outro-próximo me desilude, devo reconhecê-lo: não lhe cabe a ele a responsabilidade, mas a mim, que primeiro o permiti próximo, e, depois, nele esperei.
Avulsos #3 [confia no rasto das lágrimas]
Não te escrevas
entre os mundos
ergue-te contra
a variedade de sentidos,
confia no rasto das lágrimas
e aprende a viver.
Paul Celan (1998), A Morte É Uma Flor, Lisboa: Cotovia, p. 73. Trad., posfácio e notas de João Barrento.
Diário #2 [why don't you do right]
E não é que aprecie o espetáculo da decadência alheia, que não aprecio. De resto, estamos a falar de adultos, gente que já devia saber que, com uma corda, há coisas que podemos e coisas que não podemos fazer.
Diário #1 [you are buttering your bread]
Gosto de dar corda às pessoas. Podia dar-lhes outra coisa, é certo. Coisas mais bonitas, até. Mas são tantos e tão diversos os usos que se pode dar a uma boa corda. Não perco a esperança de que alguém me mostre que é capaz de mais. Debalde. As pessoas tendem a enforcar-se.
quinta-feira, novembro 18, 2010
sábado, novembro 13, 2010
POEMA
Cada minuto é apenas um momento musical, sem memória...
E a saudade não vem de longe, é como uma cor outonal na paisagem e muda como um poente... Não há futuro. Tudo é paisagem para os nossos olhos calmos e líricos. Sentimos a intimidade das coisas impossíveis.
Cristovam Pavia, Poesia, Lisboa: Dom Quixote, p. 151.
Se fizer um pequeno esforço levanto-me e caminho no ar
Porque o meu Deus dá-me forças já não minhas.
Se fizer um pequeno esforço tudo se transformará em verdadeiro prazer
E em cada gota de suor, em cada brilho frio nas gotas de suor
Rodará um mundo fresco como um leque que se abre.
Se fizer um último esforço será a vertigem, talvez a deliciosa vertigem.
E depois não interessa o que virá.
Creio neste amor angustiado.
Cristovam Pavia, Poesia, Lisboa: Dom Quixote, p. 40.
Assinar:
Postagens (Atom)
ventos
A Beleza e a Tristeza
à espera de 2011
A Harpa de Ervas
A Hora da Estrela
a intimidade das coisas impossíveis
a metamorfose é uma coisa muito bonita
a morte é uma flor
Acqua
Across the Universe
aviso à navegação
avulsos
Babooshka
Balada do Louco
Barbie Girl
be careful that's my heart
Bessie Smith
Billie Holiday
blame it on my youth
blood makes noise
Bob Dylan
by myself
Carlos de Oliveira
Carpenters
Cat Power
chocolate jesus
Clarice Lispector
Com a tua letra
como se faz a um passarinho
Comportamento em Velórios
confia no rasto das lágrimas
Cristovam Pavia
cry if you want to
da corda
desatenção
Diamonds in the Mine
diário
Dinah Washington
distância
do perdão
do what you gotta do
Don DeLillo
dos anjos caídos
Downhearted Blues
dream on girl
Duke Ellington
e eu que também tenho uns sapatos vermelhos
Edward Hopper
Elis Regina
Elizabeth Bishop
Ella Fitzgerald
Esperanza Spalding
Esther Offarin
everyday people
Fairport Convention
Fats Waller
Fernando Assis Pacheco
Fernando Pessoa
Fiona Apple
forever young
Frank Sinatra
Frank Tuttle
get a little
give a litte
God Will
Hard Hearted Hannah
he said he couldn't because
Here Comes the Sun
Histórias de Cronópios e de Famas
Holly Cole
How I'd love to remain with the silver refrain
I told him my dog would'nt run
i'd rather be lonely than happy with somebody else
I'll take you to see the sunrise and try to catch your ghost
I'm everyday people
i'm gonna sit right down and write myself a letter
if I start to cry
Illusions
inexistência
Insensatez
Is Anything Wrong
is that all there is
isto é muito triste
It Don't Mean a Thing (If It Ain't Got That Swing)
it may be a week and it may be a month or two
It Never Entered My Mind
J. D. Salinger
Jacinta
Jacques Tati
jai guru deva om
Janis Joplin
Joan Baez
João Barrento
Julio Cortázar
just like a woman
Just like honey
Kate Bush
kill them now or later?
L'illusioniste
Leonard Cohen
let's strike up the band
Lhasa de Sela
like an old fashioned waltz
little fly
Look what they've done to my song
Lotte Lenya
love 's a lonely place to be
Love Me or Leave Me
make it go away
make me a present of you
Maria Tecce
Marlene Dietrich
Melanie Safka
Miles Davis
minha vida meus mortos meus caminhos tortos
Morning Sun
música
My favorite things
nada de trágico
não vamos por causa do anis nem porque tem de ser
Nat King Cole
Natal
Ney Matogrosso
nice work if you can get it
Nick Cave and the Bad Seeds
Nina Simone
Not a Second Time
Nove Contos
now you don't
o busílis
O Corpo Enquanto Arte
O Furta-Sonhos
one art
ordered orange juice for one
os ventos do norte não movem moinhos
Paul Celan
Peggy Lee
Peter Gunn
piece of my heart
Pirate Jenny
PJ Harvey
poema
ponto de partida
porque nem todos os dias são dias de usar saltos altos
pregão de fim de ano
Queens of the Stone Age
ready to begin again
Regina Spektor
Rising for the moon
Rita Redshoes
Sandy Denny
Sangue Latino
Sarah Vaughan
se este baile fosse meu
Se Eu Quiser Falar com Deus
se fizer um pequeno esforço levanto-me e caminho no ar
she just went solo
show me that you care
Sly and The Family Stone
sobre o lado esquerdo
solo
sossego
Stacey Kent
strike up the band
Suzanne Vega
Sylvain Chomet
that's all I want from you
The Beatles
The Jesus and Mary Chain
The Mills Brothers
This Gun For Hire
This Lullaby
Time Enough at Last
todas as cartas de amor são ridículas
Tom Jobim
Tom Waits
Truman Capote
Twillight Zone
uma pessoa a quem podemos dizer tudo
Veronica Lake
vídeo
VIrginia Astley
want to buy some illusions
Where the wilde roses grow
who keeps on loving you
Who Knows Where the Time Goes
why don't you do right
wild is the wind
William Turner
wish Christmas was true
wishlist
Yasunary Kawabata
yeah... those are all very nice things
You allways hurt the one you love


